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Delegado Araújo critica concessão da BR-364 e questiona valores previstos com pedágio em Rondônia
Ex-prefeito de Pimenta Bueno fez críticas ao modelo de concessão da rodovia e citou impacto financeiro para motoristas e transportadores rondonienses.

Por Redacao
Publicado Ontem, às 15h

O ex-prefeito de Pimenta Bueno, Delegado Araújo, voltou a comentar publicamente sobre a concessão da BR-364 em Rondônia e fez críticas diretas ao modelo de cobrança de pedágio previsto para a rodovia federal.

Durante vídeo divulgado nas redes sociais, Araújo afirmou que os valores arrecadados com os pedágios podem ultrapassar cifras bilionárias ao longo do período de concessão.

“Sabe quanto que nós rondonienses vamos pagar de pedágio só no mês de março? Mais de 80 milhões de reais em um mês”, afirmou o ex-prefeito.

Na sequência, Delegado Araújo declarou que, segundo seus cálculos, o montante anual arrecadado poderá ultrapassar R$ 1 bilhão.

“Em um ano serão levados mais de 1 bilhão de reais do nosso suado dinheiro”, disse.

O ex-prefeito também afirmou que, ao longo de todo o contrato de concessão, os valores arrecadados podem chegar a R$ 30 bilhões.

“Durante esse período de concessão serão 30 bilhões. São 10 bilhões de lucro”, declarou.

Durante a gravação, Delegado Araújo direcionou críticas ao consórcio Nova 364, responsável pela concessão da rodovia, e mencionou grupos financeiros ligados ao setor bancário.

“É um ótimo negócio até para banqueiros, que são os que mais lucram no Brasil. E é claro, são os banqueiros que são donos do consórcio Nova 364”, afirmou.

Ele também citou o empresário Daniel Dantas, ligado ao Banco Opportunity, mencionando operações policiais e investigações do passado.

“Aquele que já esteve envolvido em diversos escândalos de corrupção investigados pela Polícia Federal”, comentou durante o vídeo.

A fala repercutiu nas redes sociais e gerou debates entre usuários favoráveis e contrários ao modelo de concessão da BR-364, principal corredor logístico de Rondônia.

A concessão da rodovia federal vem sendo tema de discussões envolvendo representantes políticos, empresários, caminhoneiros e lideranças regionais, principalmente devido aos impactos econômicos no transporte de cargas e no custo de deslocamento para a população.

Até o momento, não houve manifestação oficial do consórcio citado em relação às declarações feitas pelo ex-prefeito.

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