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Cacau e café consolidam Rondônia como vitrine de qualidade e valor agregado no agro
No RuralCast, Isaías Sena entrevista Luiz Paulo em um momento em que o estado amplia reconhecimento nacional nas cadeias do café robusta e do cacau

Por Redação
Publicado Ontem, às 18h

Foto: Rural Cast

A valorização das cadeias produtivas de cacau e café ajuda a explicar por que o agro rondoniense vive um novo momento. No RuralCast, o jornalista e advogado Isaías Sena entrevista o secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, em uma conversa que se conecta diretamente ao avanço recente desses dois segmentos, hoje cada vez mais associados à qualidade, identidade regional e agregação de valor.

No caso do cacau, o governo de Rondônia anunciou nesta semana a abertura oficial da colheita 2026 em Jaru, destacando o estado como referência nacional tanto pela produtividade quanto pelo sabor das amêndoas. Em 2025, outra agenda reforçou esse posicionamento: ações coordenadas entre produtores, Seagri, Emater e parceiros foram apresentadas como decisivas para impulsionar a cacauicultura, com apoio em insumos, transporte de calcário, organização da cadeia e fortalecimento institucional do setor.

Na cafeicultura, os números também mostram um salto de maturidade. Rondônia foi o primeiro estado da Região Norte a conquistar Indicação Geográfica para o café robusta, abrangendo 15 municípios e reforçando a identidade regional do produto. Em 2024, o estado produziu 2,5 milhões de sacas de café robusta e destinou 584 mil sacas à exportação, com receita superior a US$ 130 milhões, segundo dados citados pelo próprio governo estadual com base em informações da Conab e do Comex Stat.

Esse avanço não ocorre apenas em volume. Em outubro de 2025, a Feira Robustas Amazônicos reuniu mais de 2.100 visitantes e distribuiu premiação superior a R$ 400 mil, reforçando Rondônia como uma das principais referências na produção de robusta de qualidade no país. O evento também reuniu agroindústrias, empresas e instituições financeiras, sinalizando que o café do estado já não disputa apenas mercado de commodity, mas também espaço em nichos mais valorizados e sofisticados.

A mesma lógica aparece no trabalho de assistência técnica. No Vale do Guaporé, por exemplo, a Emater informou em março de 2026 que o programa Plante Mais vem elevando produtividade, padronização, qualidade dos grãos e estabilidade de safra entre propriedades familiares, com uso de mudas clonais, irrigação e orientação técnica especializada. Isso mostra que valor agregado, no agro de Rondônia, depende cada vez mais de tecnologia, manejo e posicionamento de mercado.

Ao combinar qualidade, identidade territorial, apoio técnico e abertura de mercado, Rondônia transforma café e cacau em vitrines do seu novo agro. O debate levantado no RuralCast ganha força justamente nesse contexto: não basta produzir mais; é preciso produzir melhor, vender melhor e capturar mais valor dentro da própria cadeia.

Assista ao episódio completo:
https://youtu.be/5GAKviZA_ew

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4. MODERNIZAÇÃO DO CAMPO: PRODUTIVIDADE, COMPETITIVIDADE E SUSTENTABILIDADE
Título

Modernização do campo vira eixo central da estratégia do agro em Rondônia

Subtítulo

No RuralCast, Isaías Sena entrevista Luiz Paulo em um cenário em que tecnologia, assistência técnica e sustentabilidade passam a definir a competitividade do setor

Matéria

A modernização do campo deixou de ser apenas um discurso e passou a orientar a estratégia do agro em Rondônia. No RuralCast, o jornalista e advogado Isaías Sena entrevista o secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, em um momento em que o governo estadual associa diretamente produtividade, qualidade e competitividade ao uso de tecnologia, assistência técnica e práticas sustentáveis.

Em fevereiro de 2026, Luiz Paulo afirmou que o trabalho da Seagri está voltado à modernização do setor e à valorização do homem e da mulher do campo, com ações como melhoramento genético, entrega de calcário, incentivo à regularização e fortalecimento da agricultura familiar. Segundo ele, o objetivo é garantir mais produtividade, qualidade e competitividade ao agronegócio de Rondônia.

Essa linha aparece também na assistência rural. Em janeiro de 2026, o governo estadual informou que a Emater-RO vive o período mais robusto de modernização de sua história, com ampliação de infraestrutura, reorganização de processos e reforço da presença técnica no campo. Programas como o Consultec-Leite e iniciativas de orientação gerencial e produtiva passaram a ser tratados como parte de uma engrenagem maior, voltada ao aumento de eficiência e ao desenvolvimento rural sustentável.

A agenda das feiras do agro reforça essa mudança de perfil. A Rondônia Rural Show 2026 foi lançada com o tema “Exportação e Desenvolvimento”, e a Seagri anunciou que o foco será fortalecer cadeias produtivas com ênfase em qualidade, agregação de valor, inovação tecnológica, sustentabilidade e comercialização direta. A própria edição de 2025 da feira foi apresentada como espaço de difusão de novas tecnologias e práticas sustentáveis no campo, além de ambiente para negócios e discussão de políticas públicas.

Os números ajudam a mostrar o peso dessa transformação. Em junho de 2025, o governo informou que Rondônia alcançou R$ 32,215 bilhões em Valor Bruto da Produção Agropecuária, mantendo o estado na segunda colocação da Região Norte e registrando crescimento de 23,02% em relação a 2024. O avanço foi associado a políticas públicas estratégicas e ao fortalecimento de diferentes segmentos da produção rural.

O que se desenha, portanto, é um novo padrão de competitividade. Em vez de depender apenas de expansão de área ou aumento bruto da produção, o campo rondoniense passa a se apoiar em técnica, gestão, sustentabilidade e capacidade de acessar mercados mais exigentes. No fundo, essa é a tese que sustenta o debate: o agro do futuro será decidido menos pela improvisação e mais pela inteligência produtiva.

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5. O PAPEL DA SEAGRI NO DESENVOLVIMENTO DO AGRO EM RONDÔNIA
Título

Seagri amplia peso estratégico no agro de Rondônia e assume papel central no desenvolvimento do setor

Subtítulo

No RuralCast, Isaías Sena entrevista Luiz Paulo em um momento em que a secretaria concentra ações de política pública, apoio ao produtor, inovação e expansão de mercados

Matéria

A Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri) vem ampliando sua centralidade no desenho do agro rondoniense. No RuralCast, o jornalista e advogado Isaías Sena entrevista o secretário Luiz Paulo em um contexto em que a pasta deixou de atuar apenas como estrutura administrativa e passou a ocupar posição estratégica na formulação de políticas públicas, no apoio ao produtor e na articulação de cadeias produtivas em todo o estado.

Pelas competências oficiais previstas em lei, cabe à Seagri participar da formulação e implementação de políticas para o desenvolvimento agropecuário, pesqueiro, florestal e agroindustrial, além de coordenar projetos de apoio ao setor, promover assistência financeira, creditícia e tecnológica, estimular produtividade com tecnologias inovadoras, promover extensão rural e apoiar a agroindústria familiar. Em outras palavras, a secretaria atua como eixo de coordenação entre produção, crédito, tecnologia, mercado e presença do Estado no campo.

Na prática, essa atuação aparece em várias frentes. A pasta está à frente da Rondônia Rural Show, feira que em 2026 terá como foco exportação e desenvolvimento, com espaços voltados à inovação, sustentabilidade e comercialização direta. Também está presente em programas como o PAA, que compra alimentos da agricultura familiar para doação a entidades socioassistenciais, e em ações de crédito fundiário que alcançaram mais de R$ 27 milhões no primeiro semestre de 2025.

A própria comunicação institucional do governo define a missão da pasta de forma ampla. Em publicação de março de 2026, o estado afirmou que a Seagri busca impulsionar a produção rural, reconhecendo o trabalho dos agricultores e promovendo o desenvolvimento sustentável no meio rural. Já Luiz Paulo declarou em fevereiro que a gestão estadual atua para garantir mais produtividade, qualidade e competitividade ao agronegócio, com modernização do setor e valorização do produtor.

Esse papel também fica visível no desempenho recente do estado. Em 2025, Rondônia alcançou R$ 32,215 bilhões em Valor Bruto da Produção Agropecuária e manteve a segunda colocação no ranking da Região Norte, desempenho que o próprio governo associou a políticas estratégicas conduzidas por pastas como Seagri e Sedec. A leitura oficial é de que o fortalecimento do agro depende de coordenação pública, continuidade institucional e capacidade de conectar produção com mercado.


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Se você quiser, no próximo passo eu junto os 5 artigos em versão final padronizada, já prontos para colar no portal.

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