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Regularização fundiária trava crescimento do agro em Rondônia
A falta de regularização fundiária ainda é um dos principais entraves para o desenvolvimento do agronegócio em Rondônia. Mesmo com o avanço da produção e da tecnologia no campo, milhares de produtores enfrentam dificuldades por não possuírem o título defin
No RuralCast, o jornalista Isaías Sena entrevista Hélio Dias, presidente do Sistema FAPERON/SENAR, que destacou a dimensão do problema e seus impactos diretos na economia rural.
Segundo o especialista, a ausência de documentação impede que o produtor tenha acesso a crédito, investimentos e segurança jurídica para expandir sua produção.
“Sem o título da terra, o produtor não consegue chegar a uma instituição financeira com segurança. Ele não tem como comprovar sua propriedade”, explicou.
Mais de 40 mil propriedades ainda aguardam regularização
Durante a entrevista, foi revelado que mais de 40 mil propriedades rurais em Rondônia ainda precisam passar por processos de regularização.
Esse número representa uma parcela significativa do setor produtivo, impactando diretamente a capacidade de crescimento do estado.
Sem a documentação, o produtor permanece em uma condição de insegurança, sem garantias legais sobre a terra onde produz.
Acesso ao crédito é diretamente afetado
A falta de regularização fundiária impede que produtores tenham acesso a linhas de crédito rural, fundamentais para investimento em tecnologia, ampliação da produção e melhoria da infraestrutura.
Sem garantias legais, instituições financeiras não liberam recursos, o que limita o potencial produtivo.
“Sem documento, o produtor fica travado. Ele não consegue investir, não consegue crescer”, reforçou.
Regularização é base para desenvolvimento do agro
Além do crédito, a regularização também é essencial para o planejamento de longo prazo, sucessão familiar e valorização da propriedade.
Com o título da terra, o produtor passa a ter segurança para investir, produzir e deixar um patrimônio estruturado para as próximas gerações.
Mutirões e parcerias buscam acelerar processos
Para enfrentar o problema, entidades como a FAPERON têm atuado em parceria com órgãos públicos para acelerar a regularização.
A proposta é levar o processo até o produtor, por meio de mutirões e ações descentralizadas.
A expectativa é reduzir a burocracia e dar mais agilidade à emissão de documentos.
Impacto direto na economia do estado
A regularização fundiária não impacta apenas o produtor individual, mas toda a cadeia do agronegócio.
Com mais produtores regularizados, aumenta o acesso a crédito, cresce o investimento no campo e fortalece a economia regional.
O tema é considerado estratégico para o futuro do agro em Rondônia.
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Fonte: Rural Cast