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ASSISTA: Carrapato do boi causa bilhões em prejuízo e preocupa pecuaristas em Rondônia
Especialistas alertam que infestação reduz produção, transmite doenças e exige manejo estratégico nas propriedades

Publicado Hoje, às 07h 30min
Atualizado Há 2 h
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Foto: RuralCast

Um dos maiores inimigos silenciosos da pecuária brasileira está presente em praticamente todas as propriedades rurais: o carrapato do boi.

Apesar de pequeno, o impacto desse parasita é gigantesco. Estimativas apontam prejuízos que chegam a bilhões de dólares todos os anos, considerando perdas na produção, custos com tratamento e danos indiretos ao rebanho.

Durante uma análise técnica conduzida pela Mayra Araguaia Pereira Figueiredo e pelo Renato da Silva, especialistas da área veterinária, foi reforçado que o problema vai muito além do que se vê no animal.

Prejuízo direto na produção

O carrapato afeta diretamente a produtividade dos bovinos. Ao se alimentar do sangue do animal, provoca uma série de consequências:

– Redução no ganho de peso
– Queda na produção de leite
– Irritação constante
– Estresse e menor consumo de alimento

Em casos mais graves, o animal pode desenvolver anemia, fraqueza e queda significativa no desempenho produtivo.

“É um prejuízo que muitas vezes o produtor não percebe no dia a dia, mas que, no final, impacta diretamente no lucro”, destacam os especialistas.

Problema invisível está no ambiente

Um dos pontos mais importantes levantados pelos pesquisadores é que o carrapato visível no animal representa apenas uma pequena parte do problema.

Cerca de 95% da população do parasita está no ambiente, principalmente no pasto, onde ele passa grande parte do seu ciclo de vida.

Isso significa que tratar apenas o animal não resolve a infestação.

Clima favorece infestação em Rondônia

O clima quente e úmido da região amazônica, especialmente em Rondônia, favorece a reprodução contínua do carrapato.

Ao longo do ano, o parasita pode completar até cinco gerações, com maior concentração durante o período chuvoso e início da seca.

Controle exige estratégia

Os especialistas reforçam que o controle eficaz depende de planejamento e manejo adequado.

Existem dois tipos principais de abordagem:

– Controle tático (emergencial)
– Controle estratégico (planejado)

Enquanto o primeiro resolve o problema imediato, o segundo garante resultados consistentes a longo prazo.

Conclusão

O carrapato do boi não é apenas um problema sanitário — é um desafio econômico real dentro da pecuária.

E o produtor que não entender isso pode estar perdendo dinheiro todos os dias, sem perceber.

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