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Suspeito de abusar de criança e bebê é liberado em Cacoal
O caso envolve um servidor público da Câmara Municipal; as vítimas são duas crianças, uma de aproximadamente 3 anos e um bebê de apenas 6 meses.
A cidade de Cacoal (RO) está em estado de choque e profunda indignação após a soltura de um homem suspeito de cometer atos de abuso sexual contra duas crianças de tenra idade. O indivíduo, que é servidor público da Câmara Municipal de Cacoal, teria sido liberado pela justiça pouco tempo após ser detido, gerando uma onda de protestos e revolta nas redes sociais e nas ruas do município.
O Relato das Vítimas
Segundo informações obtidas, o horror foi descoberto pela mãe das crianças ao retornar para casa. A filha mais velha, de pouco menos de 3 anos, relatou à mãe que o homem havia praticado atos libidinosos contra ela.
A situação tornou-se ainda mais grave quando a mãe, ao dar banho no filho caçula, um bebê de apenas 6 meses, notou ferimentos visíveis na região genital da criança.
Constatação Médica e Prisão
Diante do cenário desesperador, a mãe socorreu os filhos imediatamente, levando-os ao Hospital Materno Infantil. No local, a equipe médica realizou exames e, segundo relatos, confirmou os sinais de abuso nas duas crianças, o que deu início aos procedimentos legais.
A Polícia Militar foi acionada e efetuou a prisão do suspeito. Informações preliminares indicam que o homem já estava afastado de suas funções na Câmara Municipal sob a justificativa de problemas de saúde mental.
Liberdade que Gera Revolta
Apesar da gravidade da denúncia e das evidências médicas iniciais, o suspeito foi ouvido em audiência e liberado para responder ao processo em liberdade. A decisão judicial caiu como uma bomba na comunidade de Cacoal, que questiona a segurança das vítimas e a impunidade em casos que envolvem menores vulneráveis.
“É inadmissível que, com laudos médicos apontando o abuso de um bebê de seis meses, o suspeito volte para as ruas em menos de 24 horas”, desabafou um morador local em uma rede social.
O caso segue sob investigação da Polícia Civil, e a sociedade aguarda um posicionamento mais rígido das autoridades competentes.
Fonte: rondonianews